quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Solidão


Solidão: um mal que ataca a quase todas as pessoas, em algum momento da vida, pode ser amenizado com o uso dos florais do Dr, Edward Bach

Por terem excelente efeito sobre as causas da solidão, os Florais de Bach Water Violet, Impatiens e Heather ajudam a lidar com o problema, proporcionando conforto emocional. Por não serem medicamentos, os Florais não têm contra-indicação
Solidão. A palavra, bastante temida por quem está fisicamente sozinho ou sente-se solitário, apesar de estar rodeado de pessoas, é sentida como uma das emoções mais fortes e, muitas vezes, maléficas ao ser humano. Mas, por que as pessoas sentem-se sós? “É preciso entender que a solidão aparece de maneiras diferentes para cada pessoa. Algumas gostam de ficar sós, mas chegam a exagerar. Outras são tão impacientes que acabam afastando os outros por conta da intolerância em relação ao ritmo do outro ser diferente do seu. Há também os egocêntricos, que odeiam ficar sozinhos, mas quando estão acompanhados só falam de si, cansando o outro”, comenta Maria Aparecida das Neves, terapeuta e educadora especializada nos Florais de Bach originais.
Aparecida – que é practitioner, ou seja, pode ministrar cursos da terapia floral – diz que as 38 essências são divididas em sete grupos, conforme os tipos de personalidade mais comuns. Assim, existem os grupos da Solidão, do Medo, da Incerteza e Insegurança, do Cuidado Excessivo com os Outros, da Hipersensibilidade, do Desespero ou da Falta de Interesse pelo Presente. “Nada impede que os Florais dos grupos sejam misturados ou indicados individualmente, ou seja, basta que o paciente identifique seu conflito para utilizar o floral. Os grupos, porém, auxiliam as pessoas a identificarem melhor seus sentimentos e quais são os florais que podem auxiliá-las naquele momento”, complementa Aparecida.
Para quem sofre com a solidão, os Florais de Bach podem dar conforto. Conheça melhor o grupo da Solidão:

Water Violet – Para quem, na saúde ou na doença, gosta de ficar só. São pessoas silenciosas, que andam sem fazer ruído, falam pouco a palavra ‘não’ e, mesmo assim, o fazem com muita suavidade. Também são independentes, gostam de praticar atividades individuais, são capazes e seguras de si. É recomendado quando tais características as levam à dificuldade de fazer amigos; a não compartilhar suas preocupações ou problemas com os outros; ao falso orgulho e para quando elas não tentam interferir ou influenciar quando lhes pedem conselhos. “Incluir-se na humanidade permite amar, compartilhar conhecimentos e sonhos. Para ser mais feliz, é preciso conquistar amigos verdadeiros, calma e sabedoria. O Water Violet ajuda nesse sentido”, diz a terapeuta.
Impatiens É o floral indicado para quem está impaciente, pensa, fala e move-se rapidamente, irrita-se com facilidade. Os tipos Impatiens são pessoas mentalmente rápidas e também em tudo que fazem, tendem a ser impacientes e irritáveis com as demoras, são do tipo que fazem mil coisas ao mesmo tempo. Porém, são tensas, pois são ansiosas com as tarefas seguintes. Têm explosões curtas de raiva e não suportam a lentidão dos outros. Assim, costumam afastar as pessoas. É um floral indicado para bebês agitados, que não conseguem dormir ou comer; para quem é impaciente, não consegue parar, precisa de movimento; para aqueles que em qualquer contratempo ficam irritados; não conseguem suportar o ritmo da outra pessoa: completam as frases, terminam a tarefa do outro; preferem fazer as coisas sozinho por não suportar o ritmo dos outros. “O Impatiens ajuda a conviver com harmonia, com as diferenças, agindo com mais gentileza, paz e calma, aceitando o ritmo dos demais”, ensina Aparecida.
Heather Tal floral é indicado para aqueles que, obcecados com seus problemas e dificuldades, que tornam-se egocêntricos, muito preocupados consigo mesmos. É para pessoas que detestam ficar sozinhas, por isso falam muito, são tidas como tagarelas porque falam pelos cotovelos. Elas perguntam, mas não dão chance do outro responder e acabam afastando quem os cerca, tornam-se abusivas. Dr. Bach dizia carinhosamente que estas pessoas, no estado negativo, grudam como cola, tendem a falar muito próximo, para prender a atenção de seu ouvinte. O floral tem eficiência sobre as emoções de quem precisa de atenção o tempo todo; fala muito e ouve pouco; é carente e, por isso, detesta ficar sozinho. “O Heather é aquele Floral que ajuda a compreender e ser compreendido. Faz com que a pessoa preste atenção ao mundo à sua volta e às necessidades do outro, ajuda a libertar-se de seus problemas, permitindo uma comunicação mais aberta”, completa a terapeuta.
Quando a solidão aparece mesmo estando-se cercado de pessoas
Há momentos na vida em que a pessoa pode sentir uma profunda solidão, mesmo estando cercada de outras pessoas. Isso acontece, geralmente, por sua condição, sua dificuldade de se relacionar. “A incompreensão do momento em que ela vive, de suas idéias ou mesmo o fato de estar cercada por pessoas com interesses diferentes faz com que se feche e sofra pela solidão. Quando isso ocorre com um casal, por exemplo, é chamada de ‘solidão a dois’. Muitas vezes, por valorizar demais sua privacidade, a pessoa se distancia do parceiro, mantendo-se isolada. Para quem vive tal momento, o floral indicado é o Walter Violet, porque ele permite a este tipo de personalidade a facilidade maior de incluir-se na humanidade, de permitir-se amar, compartilhar conhecimentos e sonhos.
Importante: os Florais de Bach não substituem tratamento médico, complementam.
Boletim Disk floral

domingo, 9 de agosto de 2009

Para o medo da gripe suína



O Grupo do Medo definido por Bach
Fazem parte do Grupo do Medo cinco florais de Bach: Mimulus, Aspen, Rock Rose, Red Chestnut e Cherry Plum. “Cada floral é indicado para um tipo de medo diferente”, explica Maria Aparecida. “Quem precisa de ajuda deve conversar com um terapeuta floral para que ele determine qual deles é mais indicado e sobre a necessidade ou não de combiná-los entre si ou com florais de outros grupos”.
A terapeuta explica, brevemente, a abrangência de cada floral do Grupo do Medo:
Mimulus – “O efeito positivo deste floral é a capacidade de despertar coragem interior. É indicado para quem tem medo de coisas cotidianas e ‘conhecidas’ – doenças, escuro, ficar sozinho, algum tipo de animal etc. Também traz conforto para os tímidos que, na verdade, têm medo de se expor e medo de serem eles mesmos”.
Aspen – “É indicado para quem sente medo, mas não consegue definir o que causou esse sentimento. Vale para as pessoas que vivem apreensivas, com pressentimentos ou que carregam aquela sensação de que algo está para acontecer, inclusive para crianças que têm presságios e assustam seus pais ao comentarem tais fatos. O efeito positivo do Aspen é o despertar da afirmação, a capacidade de entender e ter consciência sobre o que desperta o medo para, enfim, vencê-lo”.
Rock Rose – “O Rock Rose é ideal para quem sente tanto medo de algo ou alguma coisa que fica em pânico ou aterrorizado. Este sentimento pode ser até mesmo conseqüência de um pesadelo. A pessoa sente-se impotente, paralisada. O floral traz a quem o toma confiança, coragem e calma. Esse floral também é indicado para crianças que têm pesadelos e terrores noturnos”.
Red Chestnut – “Medo de que algo de ruim aconteça com as pessoas que nos são queridas. Esse sentimento, muito comum, pode ser transformado com a ajuda do Red Chestnut. É indicado para as mães que se preocupam excessivamente com os filhos; pessoas que tomam conta dos problemas alheios com medo de que estas pessoas sofram ou se magoem. Vivem inquietas e preocupadas. O floral ajuda no despertar da capacidade de cuidar dos outros sem ansiedade, com compaixão e paz de espírito. Possibilita, ainda, cultivar e irradiar pensamentos de saúde e coragem”.
Cherry Plum – “O Cherry Plum é ideal para os que sofrem com medo de perder o controle – medo da loucura, da insanidade, de fazer algo irracional que fira a si próprio ou os outros. É para aqueles que se sentem à beira de um ataque de nervos e temem perder a razão. O floral faz com que esta pessoa encontre a paz e a sanidade mental. Ajuda a restaurar o controle da mente, das atitudes e das emoções”.
Os Florais de Bach são essências extraídas de plantas e flores. São totalmente naturais, podem ser tomadas por pessoas de todas as idades, e não possuem contraindicação. A chave para receitar o floral é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito detectado por Edward Bach ao criar o sistema. “Aconselho a todas as famílias que descubram o que são os Florais de Bach e façam o uso destas gotinhas para se harmonizar e vencer as pressões do dia-a-dia”, finaliza Maria Aparecida.

Conheça as flores de Bach, clicando aqui.

sábado, 27 de junho de 2009

Os Florais de Bach



“Uma das principais virtudes dos Florais de Bach é sua absoluta simplicidade, que as pessoas julgam muito difícil de aceitar. Os remédios florais suprem uma necessidade tão prontamente quanto o faminto é saciado por um prato de comida. Como disse o Dr. Bach: Desejo isto tão simples assim: quando estou com fome colho uma alface na horta; quanto estou com medo e doente, tomo uma dose de Mimulus, ou o que a doença indicar.”
Jane Evans
“Dizem que somos muito pouco sofisticados. Ficamos contentes com isso, pois a vida é simples e pode ser expressa em poucas palavras: seja amável, não magoe os outros, seja feliz. Lembramos também das palavras do Dr. Bach a cerca do seu trabalho: Não deixem que a simplicidade deste método os impeça de usá-lo, pois quanto mais avançarem em suas pesquisas, tanto mais perceberão a simplicidade de toda a criação.”
Nora Weeks

As plantas têm emoções?


Antes de tentarmos lidar com esta questão poderia ser uma boa idéia livrar-se de alguma bagagem política indesejada que pode interferir na resposta. Questionar se as plantas têm ou não sentimento acaba por levar-nos a perguntar se sentem ou não dor. Isto por sua vez desemboca em território político e acaba por recair no eterno debate sobre os direitos dos animais. O capital investido na indústria da carne tem se apegado na evidência de que plantas têm sentimentos, e reclamado de que isto mostra discrepância básica dos vegetarianos e os que conclamam os direitos dos animais. O argumento usado é o seguinte: você diz que é errado causar sofrimento para os animais criando e/ou comendo-os; contudo você está feliz criando e comendo plantas; esta pesquisa mostra que plantas também sentem dor; logo vocês são incoerentes.
Existem duas respostas simples para este argumento.
A primeira baseia-se no fato de que todo mundo tem que comer, e isto significa não somente seres humanos mas os animais, também. Todo animal antes de chegar ao supermercado para consumo, alimentou-se com sementes, grãos, grama e assim por diante. Isto significa que a real escolha não é entre matar plantas ou animais, mas entre apenas matar plantas, ou matar animais mais uma grande quantidade de plantas. Os vegetarianos podem então argumentar que mesmo que estejam causando algum sofrimento estão causando menos do que os consumidores de carne.
A segunda resposta para o argumento da indústria da carne é dizer que ao contrário dos animais, muitas partes do reino vegetal conta em serem comidas como parte de realizar sua função. A razão pela qual as plantas produzem fruta suculenta e noz comestível é que elas querem que os animais as comam.
Nos anos de 1960, Cleve Backster um especialista americano no uso de aparelho detector de mentiras, descobriu que plantas pareciam “desmaiar” quando se sentiam ameaçadas. Uma pessoa a ponto de comer uma planta poderia induzi-la a uma quieta aceitação deste estado. Backster imaginou se algumas plantas de fato poderiam entrar neste estado de boa vontade, e ficarem contentes em servir de alimento para um animal tornando-se parte de uma diferente forma de existência.
Os dois argumentos apresentados – a redução no sofrimento total, e a boa vontade das plantas – poderiam ser suficientemente poderosos por si mesmos. Alguns defensores dos direitos dos animais dispensaram uma conversa sobre a emoção das plantas. Sem dúvida eles acreditam que podem mostrar que as plantas não sentem nada e também recusam o argumento da indústria da carne. Outros, profissionais céticos também acham difícil aceitar que existem emoções a serem encontradas em qualquer lugar fora do reino animal. Então como podemos falar de uma planta “ser feliz” em ser comida? Que evidência existe de que plantas realmente têm emoções?
De acordo com o best-seller “The Secret Life of Plants” – de Peter Tompkins e Christopher Bird, na realidade há muita evidência para esta crença. Nos anos de 1970 o professor soviético V. N. Pushkin publicou várias pesquisas sobre as plantas e suas reações para com os estados emotivos dos humanos. De acordo com ele há base para pensar que a nível celular, as plantas carregam as mesmas atividades básicas que em nós evoluiu para pensamento humano. Outro cientista soviético relatou que plantas torturadas respondiam com medo à aproximação do torturador e acalmavam-se à aproximação de quem cuidava delas.
Outro estudo levado a cabo na Rússia mostrou que as plantas podem ser condicionadas. Uma planta que recebeu choque elétrico com uma pedra perto dela eventualmente associou os dois eventos de modo que quando somente a pedra era colocada ao seu lado ela respondia como se tivesse recebido um choque.
Muito deste trabalho tem provocado incredulidade por parte de alguns cientistas e pensadores.
Existem naturalmente grandes diferenças entre o organismo das plantas e dos animais. Mas não devemos nos permitir sermos cegados por essas diferenças a ponto de nos tornarmos incapazes de encontrar grandes similaridades.
Sob um nível genérico, existem poucas preciosas diferenças entre nós e os chipanzés. Na realidade todos os organismos vivos – incluindo as plantas – compartilham dos mesmos vinte amino ácidos, e do mesmo código genético usado por todos para fazer uma variedade de substâncias.
Nos últimos cem anos várias pessoas têm sugerido que de fato é possível ter emoções sem um sistema nervoso central reconhecido.
Parafraseando o cientista Jagadis Chandra Bose, plantas respiram, comem e movimentam-se sem a ajuda de pulmões, guelras, estômago ou músculos – por que então elas não podem sentir sem um cérebro ou nervos?
Em uma série de experiências, Bose mostrou como plantas reagem a estímulos tais como toque, música, veneno, calor e choques elétricos da mesma maneira que animais. Cansam-se quando são superestimuladas. Também mediu reações ao álcool que chegaram perto da embriaguez.
O Dr. Bach era uma criatura extremamente compassiva. Uma de suas características desde criança era a de preocupar-se com o sofrimento das pessoas, dos animais e da natureza. Porém, acreditava que as plantas que comemos foram providas pela natureza para suportarem outros modos de existência, incluindo seres humanos. E ao procurar plantas como medicamento, sabia que não as encontraria entre as utilizadas para alimento, que já preenchiam seu propósito. As verdadeiras plantas de cura seriam aquelas cujo propósito ainda estava por ser entendido.
Ele as encontrou com características próprias ligadas aos estados emocionais: medo, insegurança, desespero, raiva e vários outros. Plantas que não servem para serem ingeridas para suprir necessidades de alimento físico, mas que servem como alimento espiritual já que modificam nosso campo energético. O mais interessante é que as essências retiradas das plantas são utilizadas para curar as próprias plantas. Assim, o trabalho de Edward Bach vai de encontro à idéia de que tudo tem sua função no mundo em que vivemos. Precisamos apenas agir com equilíbrio e discernimento para que a natureza nos premie com tudo o que dela faz parte, cada parte uma assinatura, impressa claramente para que nossos olhos enxerguem.
Referência: The Bach Flower Gardener – Stefan Ball – C. W. Daniel Company Limited – 1999.
Escrito por Mariza Helena Ribeiro Facci Ruiz

Aspen – a flor do pressentimento



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Tenho um pressentimento de que algo terrível vai ocorrer. Algo terrível vai bater à minha porta. À noite eu acordo apavorado. Algo me acomete de repente nos lugares mais estranhos e improváveis. Estou conversando com meus amigos em uma festa e de repente um medo pavoroso toma conta de mim. Eu não consigo definir o que se passa comigo. Sofro de calafrios, de suores noturnos. A consciência de minha mortalidade me invade diante da enormidade do universo como se eu fosse uma partícula de pó. É tão estranho o que eu sinto que não ouso discutir o assunto com ninguém.
É assim o medo típico de Aspen, em desequilíbrio, essência descoberta por Edward Bach em 1935. Um floral representativo da jornada do herói, aquele que sai pelo mundo, passando por obstáculos e perigos em busca de um prêmio outro senão que o resgate de sua própria alma. Para resgatá-la precisará munir-se de coragem e audácia. Deverá facear a morte e percebê-la como um dos lados da mesma moeda, nada amedrontador em definitivo, mas a possibilidade de crescer e transformar-se. Um mergulhar nas águas do inconsciente não para deixar que elas nos submirjam, mas para fluir com elas, com muita alegria pelos caminhos que nos cabem e pelos quais nossa alma ansiou.
...
por mais que te sintas em casa
por mais que tenhas afeto
inda não é tua casa
teu canto, teu teto
sonhas com um barco fantasma
sempre levando seu corpo
para junto da alma que espera fincada no porto!
(Excerto do “Barco Fantasma” de Ivan Lins e Vitor Martins)
Escrito por Mariza Helena Ribeiro Facci Ruiz

Combinação de Essências


Um dos maiores problemas que as pessoas enfrentam quando conhecem o sistema das 38 essências florais do Dr. Bach é identificar para que serve cada uma. Quase que frequentemente nos deparamos com a idéia de colocar em um frasco uma combinação de essências (fórmula) para uma situação específica do dia-a-dia.
Fórmula para exames, para comportamento e assim por diante. Essas fórmulas tem como premissa, a fórmula do Rescue, que é um sucesso. Se existe esta combinação, as pessoas pensam: então por que não se fazer algumas mais?
Na Inglaterra, por exemplo, aparecem fórmulas para coragem, direção, foco, otimismo e outras mais. À primeira vista estas combinações podem ser plausíveis. A quem falta coragem posso indicar Mimulus, Rock Rose, Aspen e até Agrimony se o tipo de coragem for o de enfrentar o lado negro da vida. Mas necessito saber exatamente do que padece o indivíduo, já que ele é único. A essência que a pessoa precisa, pode não estar na fórmula.
A fórmula “Otimismo”, contém, profeticamente, Gentian, Gorse, Mustard, Sweet Chestnut, e então cai no clássico erro de pensar, que pelo menos uma destas podem ser necessárias a qualquer um que sinta desânimo ou desespero. Uma rápida olhada nas outras essências que o Dr. Bach colocou na categoria de “Desânimo e Desespero” deveria ser suficiente para elucidar a questão. Então, o primeiro problema é que uma fórmula pode deixar, a essência principal de que um buscador particular precisa. O segundo é que uma pessoa pode colocar muitas essências no frasco. Sabemos por experiência, que dar às pessoas muitas essências tende a tornar mais lento o trabalho daquelas de que elas realmente necessitam. O Mimulus terá que trabalhar muito para ser ouvido acima da cacofonia de mensagens do frasco. Como dissemos anteriormente, as fórmulas baseiam-se nas essências do Rescue sem a compreensão de que este composto é um Kit de primeiros socorros emocionais, alguma coisa pronta à mão que pode ser usada em uma crise quando não há tempo para se fazer uma seleção adequada. Tão logo haja tempo – tão logo a crise imediata tenha passado – a idéia é colocá-lo de lado e olhar para as coisas de que atualmente necessitamos. Quando fazemos isto descobrimos que nenhum grupo de pessoas necessita exatamente do mesmo composto, e que a mais efetiva ajuda é sempre selecionar essências para o individual ao invés de para o geral.
Não podemos empilhar pessoas e tratá-las como se fossem as mesmas.



Fonte: Practitioner Bulletin – Issue 50 - July/August 2003 – Dr. Edward Bach Foundation. Tradução livre de Mariza Helena Ribeiro Facci Ruiz

domingo, 31 de maio de 2009

Serenade With Flowers

video

Dr. Edward Bach e seus florais

O sonho do Dr. Edward Bach, era ver seus remédios florais em todos os lares do mundo. [...] Em setembro de 1936, ele proferiu uma palestra pública, na loja maçonica de Wallingford, que ficou registrada como uma das últimas declarações públicas sobre seu sistema.
"O sistema comentado esta tarde tem grandes vantagens sobre os outros.
"Primeiramente - todos os remédios são feitos a partir de belas flores, plantas e árvores da Natureza: nenhuma delas é venenosa ou capaz de causar alguma mal, independentemente da quantidade que foi tomada.
"Em segundo lugar - existem apenas 38 em número, o que significa que é mais fácil encontrar a essência certa para indicar, do que quando existem muitas.
"Em terceiro lugar - o método de escolha das essências é suficientemente simples para a maioria das pessoas entender.
"Em quarto lugar - as curas obtidas têm sido tão maravilhosas, que todas as expectativas foram superadas, tanto daqueles que usaram o método, como também dos pacientes que receberam o benefício."
Mas adiante naquela noite ele disse:
"Existem entre nós, em quase toda cidade ou vilarejo, algumas pessoas que têm em menor ou maior grau o desejo de ser capazes de ajudar nas doenças; de conseguir aliviar o sofrimento e curar o mal, mas por alguma circunstância foram impedidas de se tornarem médicos ou enfermeiros, e não se sentiram capazes de cumprir esse desejo ou missão.
"Essas essências colocam nas mãos delas o poder da cura entre seus próprios familiares, amigos e todos ao seu redor."
Algumas semanas mais tarde, em novembro de 1936, o Dr. Bach faleceu enquanto dormia...

Trechos retirados da apresentação de Stefan Ball no livro: Aprenda a Ser Feliz com os Florais de Bach - Mara Paroni e Celso Paroni

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A Flor




A FLOR


Se queres ser feliz


Medita todos os dias


Na beleza que se apresenta


Diante de ti


Olha aquela flor


Uma Formosura perfeita


Criação superior


Tanto quanto as estrelas


Belo de Souza

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Os Florais do Dr. Edward - 100% Brasileiros


O que são Florais do Dr. Edward

O sistema dos Florais do Dr. Edward tem 38 essências e mais um composto emergencial que é o Emergency, que perfazem 39 estados arquetípicos de cura; resultantes do conflito entre o Eu Superior e a Personalidade.
Essas essências foram divididas em 7 grupos distintos, onde foram observadas as personalidades e a forma como cada uma reagia frente a uma doença; bem como os conflitos fundamentais que impedem de sermos verdadeiros para nós mesmos.
Os grupos são: do medo, da incerteza e insegurança, da falta de interesse no presente, da solidão, da hipersensibilidade à influencias e idéias, do desespero ou desânimo e do excesso de preocupação pelo bem estar dos demais.
Para o Dr. Edward (1886-1936), a atitude mental tem um papel vital na manutenção da saúde e na recuperação das doenças. Por isso os Florais tratam o doente e não a doença, pois atuam como catalisadores trabalhando com as emoções negativas e não as suprimindo ou escondendo, como os efeitos das medicações farmacológicas.

Estimula-se o potencial de autocura para a obtenção da virtude contrária, através das propriedades curativas das flores.

O sistema do Dr. Edward é útil para doenças, bem como para períodos de dificuldades, de fadiga e para a auto-descoberta.
Hoje em dia, muitos sistemas foram criados a partir do sistema original inglês. Nós mantivemos o mesmo sistema de 38 essências, divididas em 7 grupos, de acordo com a orientação do Dr. Edward Bach, porém produzidas com flores cultivadas aqui em nosso país, no estado de Minas Gerais. Todas as nossas essências são extraídas de flores em ambientes preservados e privilegiados, considerando a riqueza e a diversidade da nossa flora brasileira.
Somos especializados na preparação de florais, desde 2005. Todos os 38 florais do selo FLORAIS DO DR.EDWARD (100% BRASILEIROS) são preparados de acordo com o método desenvolvido pelo Dr. Edward Bach (1886-1936), Pai da Terapia Floral.
FLORAIS DO DR. EDWARD – 100% brasileiros
*Marca Registrada no I.N.P.I
VENDEMOS PARA TODO O BRASIL. Consulte nossos preços!!!
Para mais informações entre em contato com a gente: terapiasecursos@uol.com.br
fones: (011) 8129-1471

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Viver como as flores


Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas e ainda sofro com as que caluniam. Viva como as flores, advertiu o mestre. Como é viver como as flores? – Perguntou o discípulo. Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias sombras, mas não é sábio permitir que os vícios dos “outros” tirem seu equilíbrio... Agora se você vê o mesmo em você. Agradeça e trabalhe em si mesmo. Exercite, a virtude de se manter neutro e aprender com tudo, deixando o que não serve do lado de fora. Isso é viver como as flores.
Colaboração: Marcelo - Florais do Dr. Edward - 100% brasileiros

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Por sua vinda...





Por sua vinda.
Pelas flores curadoras que ele descobriu. Por sua compaixão e compreensão. Por seu poder de cura pessoal. Por seu senso de humor. Por sua coragem decidida. Por seu interesse vital e alegre pelas coisas simples da vida. Por seu exemplo inspirador e sua instrução pessoal. Por sua presença permanente conosco. Por seu auxílio e orientação contínuos. Nós a sua equipe, agradecemos ao Grande Criador por tudo.
Mary Tabor

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Meditando sobre Water Violet





Uma corrente de águas violáceas, iluminadas, cintilando, como em um sereno regato cristalino, emanando do Chakra Frontal... E esse capilar se une a muitos outros, formando uma única artéria, que leva todos os espíritos a desaguarem na mesma foz, o Mar da Consciência.

Water Violet é o floral da Consciência, e não do Conhecimento. A Consciência é a “sabedoria natural”, do mesmo tipo que se encontra na arte praticada pela abelha, que, sem aprender, executa com perfeição a sua tarefa, estando plenamente conectada ao todo de sua colméia. Entretanto, segundo o modo humano de pensar e analisar os demais seres naturais, a Consciência do ser humano se encontra em um estado muito mais aprimorado, pois tem consciência de possuir a Consciência.

Embora haja pessoas portadoras de muito conhecimento, todo ele não lhes permite sentirem essa conexão com o Todo, percebida somente por meio da Consciência. Em outras palavras, é possível ter muito conhecimento, e não ter Consciência. A Consciência é mais ou menos aquilo que se pode chamar “sabedoria do caipira” (conceito e ação que hoje em dia, infelizmente, parece que quase não existem mais!) que, mesmo sendo iletrado, muitas vezes tem uma percepção ao mesmo tempo simples e profunda das coisas.

Um traço característico da pessoa envolvida pelo espírito essencial Water Violet é o desejo arrebatador de auxiliar as demais na conquista dessa Consciência, porque está convicta de que esse é o caminho para que o Universo se torne mais harmonioso, um Lar que se deseje verdadeiramente habitar. Aliás, quem se identifica com essa essência tende à frustração, pois seus ideais são, frequentemente, mais elevados do que a maior parte das pessoas pode compreender. Essa pessoa tende a ser exigente ao extremo, primeiramente consigo mesma, e, em segundo plano, com as outras, já que imagina que não pode sozinha construir A VIDA, que anseia compartilhar. E, por causa de sentir-se incompreendida, muitas vezes se afasta do mundo, inicialmente por ressentimento, mas logo em seguida, já mais tranqüila pelo exercício da compreensão, continua distante para poder contemplar novas estratégias, com a finalidade de tentar, mais uma vez, atingir seu Objetivo Maior. Esse afastamento é interpretado pelos outros como arrogância, orgulho, prepotência, que efetivamente podem existir, mas, na maioria dos casos, é exatamente o oposto disso. A pessoa envolvida pelo espírito essencial Water Violet, como uma lagarta, reclui-se em crisálida, para, mais tarde, fazer manifestar-se a essência magnífica que emerge da casca seca e enrugada que é deixada para trás. Aqui está um paradoxo, pois a pessoa que tem Water Violet como sua marca encontra uma grande dificuldade de desprender-se de certas idéias, sendo obstinada, teimosa, muitas vezes até mesmo rabugenta e impaciente. Entretanto, o paradoxo se dissolve diante da explicação a seguir: a vida da pessoa que transpira a essência Water Violet é de dedicação a “uma causa”, que, para tal pessoa, é “A CAUSA”; de algumas coisas ela acha que é possível abrir mão, mas aquilo que a pessoa imbuída desse espírito floral considera fundamental, jamais o deixará, pois abandonar esses princípios é o mesmo que amortecer seu próprio ideal e permitir que se esvaia a aspiração à transformação pela qual sempre tem lutado.

Esse estado de ânimo costuma ser abalado por dúvidas, que causam angústias: “Estarei enganado? Estarei perseguindo uma utopia? E se, por acaso, minhas certezas forem nada mais que divagações de minha mente?” Tais tormentos se devem à necessidade que o espírito irrigado pela natureza essencial Water Violet tem de ser sincero consigo mesmo e não aceitar investir tanto esforço e seu próprio ser em um empreendimento ilusório. Ele encontra tranqüilidade apenas quando se lembra do princípio délfico: “Só sei que nada sei!” – que o filósofo ateniense Sócrates fez seu lema.

Pode acontecer da personalidade imersa na essência Water Violet não se sentir integrante deste mundo, como se tivesse uma intuição de pertencer a uma outra dimensão, nem melhor e nem pior, tão-somente diferente. Sente, por exemplo, que o êxtase pode vir muito mais de uma experiência de profunda simbiose espiritual do que por um relacionamento físico. Por isso, algumas dessas pessoas se alheiam o máximo que podem ao prazer sexual, que pode deixá-las deprimidas, porque o consideram uma pálida e efêmera imagem daquela Fusão Essencial. Esse exagero acontece apenas a poucas pessoas no mundo, a cada duzentos anos. A desvantagem dessa maneira de sentir é que essas pessoas estão constantemente insatisfeitas, uma vez que dão pouco valor às satisfações corpóreas, mas também não estão ainda em condições de atingir o ideal espiritual. No mesmo sentido, algumas dessas pessoas não pretendem gerar filhos carnais, mas construir uma legião de descendentes espirituais, nutridos pelo néctar de suas idéias e de seus ideais.

Para a pessoa absorvida pelo espírito essencial Water Violet, a Natureza é a Grande Mestra, a Mãe Generosa, o Seio Farto do Leite Cósmico, e de toda a Natureza essa pessoa admira especialmente o Espírito Vegetal; e entre os seres desta categoria é reverenciado principalmente o fenômeno da Árvore, tão silenciosa e ao mesmo tempo tão abundante de vida ebuliente, cuja exuberância somente o espírito consciente pode contemplar. A Árvore representa o armazenamento da Força Vital, que, em um momento de esplendor, lança botões que se abrem em flores, as quais são visitadas e polinizadas pelos insetos laboriosos, dando-lhes a oportunidade de originarem frutos, cujas sementes são princípios da continuidade da existência da Matriz, que se dissemina pela Eternidade, por todas as partes do Universo. Water Violet é, portanto, expansão.

Aqui está, sintetizado (mas sei que esta síntese está muito longa...), o afã inspirado pelo espírito essencial da flor Water Violet, em meu ponto de vista.

Enfim, não é fácil viver ao lado de quem possui espírito impregnado de Water Violet!!!

Ricardo Gonçalves - Prof. e Mestre em Filosofia

sábado, 10 de janeiro de 2009


"A vida não nos exige sacrifícios inimagináveis; pede-nos para que façamos a jornada com alegria no coração e que sejamos uma benção a quantos nos rodeiam, de forma que se deixarmos o mundo um pouquinho melhor do que era antes da nossa visita, teremos feito o nosso trabalho"

Dr.Edward Bach (1886-1936)

Seja bem-vindo!

Aqui é um espaço criado para postagens de textos que levem a uma reflexão sobre a História do Dr. Edward Bach, e suas essências.
Sempre uma novidade!!!