domingo, 16 de dezembro de 2012

A história dos viajantes

 

 

Texto de 1934 - uma alegoria sobre os Florais Curadores e Auxiliares

Era uma vez, e sempre era uma vez, dezesseis viajantes que iniciaram uma j ornada pela floresta.
No começo tudo foi bem, mas após uma certa distância, um deles, Agrimony, começou a preocupar-se e a pensar que poderiam não estar no caminho certo. Algum tempo depois, durante a tarde, conforme iam penetrando nas sombras da floresta, Mimulus começou a ficar com medo de que tivessem perdido a rota. Quando o sol se pôs, as sombras aumentaram e os ruídos noturnos fizeram-se ouvir, e Rock Rose ficou aterrorizado e em estado de pânico. Gorse perdeu a esperança e disse: "Não posso prosseguir. Continuem vocês, mas eu ficarei aqui até que a morte alivie meu sofrimento."
Por outro lado, Oak, embora sentindo que tudo estava perdido e que nunca mais veriam a luz do sol, disse: “Lutarei até o fim.” E falou isso impetuosamente!
Scleranthus tinha uma esperança, mas, às vezes, sofria muito devido à incerteza e indecisão, primeiro querendo seguir um caminho e quase em seguida, outro. Clematis prosseguia tranquila e pacientemente, preocupando-se apenas um pouco em se cairia no sono ou se sairia da floresta. Gentian, muito alegre na partida, caiu num estado de desalento e depressão.
Os outros viajantes nunca tiveram medo, queriam continuar e, à sua maneira, queriam muito ajudar seus companheiros.
Heather estava certo de que conhecia o caminho e queria que todos os seguissem. Chicory não se importava com o final da jornada, mas era bastante solícito, procurando saber se seus companheiros estavam cansados ou tinham bastante comida. Cerato não confiava muito em seu próprio julgamento e queria experimentar todas as trilhas para ter certeza de que não estava errado. O meigo e pequeno Centaury queria tanto aliviar a tensão de todos, que estava pronto para carregar a bagagem de todo mundo. Infelizmente para o pequeno Centaury, ele geralmente carregava a carga daqueles mais capazes de suportá-la, porque eram os que pediam mais alto.
Rock Water, pressuroso para ajudar, deprimia um pouco o grupo porque criticava aquilo que achava que estavam fazendo de errado, mas ele, Rock Water, conhecia o caminho. Vervain também deveria conhecer bem o caminho e, embora tivesse ficado ligeiramente confuso, seguiu em frente pelo único caminho que levava à saída da floresta. Impatiens também conhecia muito bem o caminho de casa, de modo que ficava impaciente com aqueles que andavam mais lentamente. Water Violet já tinha andado antes por aquele caminho e  mostrava-se ligeiramente orgulhoso e um pouco desdenhoso sem que os outros compreendessem por que. Water Violet achava-os inferiores.
E no final todos conseguiram atravessar a floresta.
Agora eles trabalham como guias para outros viajantes que não fizeram a viagem antes, porque sabem que há um caminho e porque sabem que a escuridão da floresta é formada apenas pelas sombras da noite. Caminham como “heróis destemidos” e cada um dos dezesseis viajantes ensina, á sua maneira, a lição, o exemplo necessário.
Agrimony libertou-se de todas as preocupações e vive fazendo brincadeiras. Mimulus perdeu o medo. Rock Rose, nos momentos mais negros, é o retrato da calma e da serena coragem. Gorse, naquelas noites mais escuras, fala aos viajantes do progresso que farão quando o sol surgir pela manhã.
Oak resiste imperturbável ao vendo mais forte; Scleranthus caminha com plena certeza; os olhos de Clematis estão fixos na alegria da chegada e nenhuma dificuldade ou revés pode desencorajar Gentian.
Heather aprendeu que cada viajante precisa seguir seu próprio caminho e tranquilamente segue em frente, para mostrar que isso pode ser feito. Chicory, sempre querendo dar a mão, mas apenas quando lhe pedem, o faz muito calmamente. Cerato conhece muito bem os atalhos que levam a lugar nenhum e Centaury sempre busca aquele mais fraco, que acha muito pesada a sua carga.
Rock Water parou de acusar; passa o tempo todo encorajando. Vervain não faz mais sermões; apenas aponta o caminho silenciosamente. Impatiens parou de apressar e se coloca entre os últimos para manter seu passo. E Water Violet, mais parecido com um anjo do que com um homem, passa entre os companheiros como uma brisa morna ou um raio glorioso de sol, abençoando a todos.

Dr. Edward Bach

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Comemoração do 126o. aniversário do nascimento do Dr. Edward Bach, criador dos primeiro florais


 Simplicidade, Humildade e Compaixão


Sou terapeuta, e como tal, lido com a dor todos os dias, pois muito além de ser o meu trabalho, é também minha paixão: o cuidado com o outro.
Através da terapia de Florais de Bach, busco compreender o momento de dor do meu paciente e tento fazer com que ele se sinta acolhido verdadeiramente. E para isso, não sou  apenas ouvidos, mas também sentidos, todos voltados para cada uma de suas palavras.
Como terapeuta, não me julgo mais do que o paciente, com o poder sobre a sua vida apresentando soluções rápidas, imediatas do problema. Mas, procuro ir muito além... Sutilmente lhe peço licença para, ao menos por uma hora, entrar em seu mundo e procurar entendê-lo com meu coração. Ao menos por esse momento, sinto-me como uma convidada a conhecer o seu mundo mais íntimo, e aí então consigo perceber a sua verdadeira dor. Meu silêncio é essencial...
Às vezes, como qualquer ser humano, também adoeço, ou me sinto triste. O sofrimento também faz parte da minha jornada, assim como faz parte da jornada de qualquer ser humano. E isso parece assustar as pessoas, pois frequentemente ouço o comentário: “Mas, você assim?” Eu sorrio, pois parecem esquecer que antes de eu ser uma terapeuta, sou um ser passível da dor como qualquer outro. Respondo gentilmente: “Sim. Eu também. É necessário, até para que eu entenda a sua dor e possa te ajudar a superá-la.”
Dr. Edward Bach
Dr. Edward Bach, médico inglês, descobridor dos florais,  em seus últimos dois anos de vida, fez a descoberta dos últimos 19 florais – os Assistentes – e para isso, passou por estados de desequilíbrio físico e emocional, para que assim, pudesse identificar a cura e buscar a flor que traria o alívio. Sentindo a dor, ele era capaz de compreender ainda melhor, a dor que aflige o outro.

Ele contraía algumas horas antes os sintomas da      doença e isso, embora muito desgastante para ele, dava-lhe uma tal compreensão e empatia com seus pacientes, que eles imediatamente tinham certeza de que conseguiriam auxílio, tranqüilizados pelo conhecimento íntimo que Bach possuía das condições deles. (WEEKS,XIX,p.156)

Vivemos numa sociedade onde o imediatismo, o sucesso e a felicidade são fatores obrigatórios na vida de todos. Um olhar maquiado, um sorriso permanente, uma palavra pronta sempre na ponta da língua; frases feitas, expressões de euforia, palavras doces e emoções superficiais, permeiam nossa cultura, transformando pessoas numa espécie de Poliana, em que o joguinho do contente se faz mais do que necessário, uma filosofia de vida imprescindível. É o fast food da alegria e do prazer.
Frases de otimismo com conotações de pretensa filosofia, sem reflexões mais profundas são colocadas e adquiridas como produtos em prateleiras de supermercado, com prazo de fabricação e validade. Logo, minutos depois, são substituídas por outras, mais alegres, mais “verdadeiras”, mais coloridas, sem que para isso, as frases que foram substituídas tivessem sido vivenciadas verdadeiramente. É a urgência do discurso pronto!
Somos obrigados a ser felizes e bonitos a todo instante, sem direito a dor. O sorriso deve ser permanente, mesmo que o coração esteja partido e a vontade de chorar esteja insuportável. Um vazio de sentidos adoece consciências...
A negação da dor é a negação de si mesmo, uma vez que esta está nos indicando que em algum fator de nossas vidas, estamos falhando. Ela não deve ser alimentada para fazer-se maior, mas sim, vista como um sinal de que devemos tomar alguns cuidados a partir de uma observação profunda sobre suas causas.
Será que a inabilidade de cuidar do outro, de estender a mão apontando o dedo, trazendo a solução pronta como se fosse uma fórmula mágica, sem dar a menor atenção à verdadeira causa do problema, a inabilidade de não saber ouvir e compreender a dor do outro, está intrinsecamente ligada a nossa dificuldade em lidar com a própria dor?

"Não há despertar de consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar sua própria alma. Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão." JUNG, Carl G.)

Um terapeuta deve ser um agente nesse momento, capaz de  ajudar o outro a perceber por si próprio, onde ele está precisando fazer uma modificação ou ganhar algum sentido.
Mas como fazer isso? Como ajudar o outro a resolver os seus problemas?
Nesse ponto, somente uma sutileza de sentidos muito grande é capaz de tal façanha. E para isso não é apenas necessário ser um terapeuta de fato, mas antes de tudo um ser humano com a sensibilidade necessária para ouvir, seja lá qual for a sua formação. Conforme  JUNG, Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”
Mostrar-se capaz de ouvir, de compreender a dor alheia. Dizer ao outro com a docilidade necessária: “Eu te compreendo. Eu sei o que está sentindo. E estou aqui, ao seu lado.” Muitas vezes basta um abraço, alguns minutos de atenção, e a empatia será estabelecida. A dor só precisa de cuidados. A dor só precisa ser ouvida. Deixar que ela se manifeste, para que possamos compreender o seu real significado.
Sigmund Freud, em sua maravilhosa obra, disse:

"Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis e, por mais que a gente pense numa forma de empregá-las, elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente."

Mas quem é terapeuta, afinal? Terapeuta é todo aquele que se propõe a estender a mão para o outro e deixar que o seu silêncio seja maior do que suas palavras. É aquele que sabe ouvir sem apontar, e se coloca no lugar do outro.
Conforme Dr. Edward Bach,

“Não apenas podemos nos curar, mas também temos o grande privilégio de sermos capazes de ajudar os outros a se curarem e as únicas qualificações necessárias são amor e compaixão.”

Sorrir é maravilhoso. Mas a tristeza e a dor também são agentes necessários para que possamos conhecer a felicidade, ao menos no estado de consciência, no qual nos encontramos. Assim como se sabe que o dia é dia, apenas por saber que a noite não se tem o Sol. As cores são diversas, mas todas compõem a mesma aquarela, que nas mãos do artista se transformam em obras de arte. A alegria, a dor, o choro ou o riso, tudo tem seu valor.
Apresentar soluções rápidas e superficiais é o mesmo que dizer a um deficiente visual, que estando preso a um pequeno lugar, bate sua cabeça numa parede, e tropeça no menor obstáculo: “Você bate sua cabeça, porque é cego! Deve sair daí!” Qual o sentido disso? Acaso ele já não sabe que seu problema é justamente esse? Não seria mais adequado, darmos a mão a ele, e dizer com gentileza: “Posso  dar minha mão a você nesse momento e juntos sairemos dessa situação que tanto te aflige?!”
O imediatismo do mundo moderno nos priva dessa condição de paciência, com sua suprema exigência da felicidade adquirida num “fast food emocional”, ilustrada pela superficialidade e falta de compaixão para com o outro. Temos pressa! E a pressa não nos permite aprender a lidar com o outro. Pois a pressa, nos rouba o próprio  tempo. Tempo que nos falta a nós mesmos para nos compreender.
Olhar mais para dentro de si sem medo, é compreender melhor o outro. Um olhar profundo, capaz de perceber a simplicidade que a vida nos pede, reconhecer com humildade nossas próprias dificuldades, nos levará a divina Compaixão por nós mesmos e também, por todos os que sofrem.

Humildade, Simplicidade e Compaixão, foram os preceitos que sustentaram a vida e a  filosofia do Dr. Bach,  que viveu aquilo que acreditou, e acreditou em tudo o que viveu.


"A vida não nos exige sacrifícios inatingíveis; ela nos pede que façamos nosso caminho com alegria no coração e que sejamos uma bênção para os que nos rodeiam, de forma que, se deixarmos o mundo apenas um pouquinho melhor do que era antes da nossa visita, teremos cumprido a nossa missão." (BACH, Edward)

Peço então a mim e ao mundo: Humildade, Simplicidade e Compaixão por mim mesma, e por todos os seres viventes.

Por Sandra Baptista


Referência bibliográfica:
BACH, Edward.“Cura-te a ti Mesmo” – Ed. Pensamento
WEEKS, Nora.As Descobertas Médicas do Dr. Edward Bach.The Dr. Edward Bach Healing Centre1973.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Rescue Remedy

Com certeza, é a essência mais conhecida e mais popular dos Remédios Florais do Dr. Edward Bach. Segundo ele, Rescue Remedy é o remédio do socorro ou do resgate.

Essa essência é a única combinação de remédios florais criada pelo dr. Bach. Ela é também o único dos remédios de Bach cujos efeitos são percebidos imediatamente, dentro de quinze a vinte minutos, ou mesmo antes. Ela é a mistura de Impatiens*, Clematis*, Rock Rose*, Star of Bethlehem e Cherry Plum. É usada principalmente em situações envolvendo stress agudo, choque ou trauma.
Entre as emergências - grandes ou pequenas - que tipicamente se beneficiam com Rescue Remedy, incluem-se acidentes (como após uma queda ou acidente de carro), qualquer tipo de choque ou trauma sofrido pelo corpo ou pela mente, reações agudas de pesar, náusea severa acompanhada de tontura, ansiedade e ataques de pânico, histeria, depois de discussões, antes de uma entrevista estressante ou de um compromisso em que a pessoas irá falar em público e, até mesmo, após uma visita a um médico ou dentista.
O próprio Dr. Bach fazia questão de sempre carregar consigo um frasco da essência, para usar caso alguém precisasse.

Sua Descoberta

No início da primavera de 1934, em Cromer, o Dr. Bach preparou uma combinação de três remédios: Impatiens*, Clematis* e Rock Rose*, para usar em emergências, ao qual deu o nome de Rescue Remedy.
Ele o usou pela primeira vez para salvar um pescador que havia se amarrado ao mastro  de um barco naufrado em uma tempestade e trazido à praia por um barco salva-vidas. Ele delirava, espumava pelo boca e estava quase congelado. O Dr. Bach repetidamente umedeceu os seus lábios com o Rescue Remedy, e antes que tirassem as roupas do homem e o enrolassem em cobertores, ele já estava se levantando em consciência perfeita, pedindo um cigarro. Foi  levado a um hospital e, depois de alguns dias de descanso, estava completamente recuperado de sua experiência aterrorizante.
Em 1935 o Dr. Bach, acrescentou mais dois remédios a esta combinação: Cherry Plum e Star of Bethlehem, completando assim, a sua fórmula.

Suas essências

Impatiens* - para trazer a calma, aliviar a agitação e a tensão pela dor.
Clematis* - para a sensação de desmaio, para a inconsciência e coma.
Rock Rose* - para o terror e o pânico.
Cherry Plum - para ter controle da situação e ver a saída com mais clareza.
Star of Bethlehem - para acordar do choque emocional, para o trauma e entorpecimento.

Preparação 
Rescue Remedy é feita com a mistura das Tinturas-mãe destas cinco essências, sendo considerada como uma única essência, com características e indicações próprias.

Como tomar: 
Adicione quatro gotas do stock a um copo de água e tome aos poucos, com pequenos intervalos, até sentir-se melhor.
Ou tome quatro gotas do frasco de tratamento (preparado na farmácia), diluído em um pouquinho de água ou direto na boca, quantas vezes forem necessárias para obter o alívio dos sintomas.

Mensagem
"A ação desses remédios é elevar nossas vibrações, e abrir nossos canais para a recepção do nosso Eu Espiritual, inundando nossas naturezas com a virtude de que especificamente precisamos, retirando de nós a falha que esteja nos prejudicando. Eles conseguem, como músicas bonitas, ou como qualquer coisa que eleve nosso espírito e nos dá inspiração, elevar nossas próprias naturezas, levando-nos para mais perto de nossas almas. e através desse mesmo mecanismo, são capazes de nos trazer paz, aliviando nossos sofrimentos."
Dr.  Edward Bach

Fontes:
PARONI, Mara.PARONI,Celso.Aprenda a ser Feliz com os Florais de Bach.2003.São Paulo.
GERBER, Dr.Richard.Um Guia Prático de Medicina Vibracional.Ed.Pensamento.VI.p.217.São Paulo.2000

Grupo do Cuidado Excessivo com os Outros

Algumas pessoas interferem na vida dos outros sendo possessivas, dando algo para depois cobrar. Outras querem conduzir o próximo, tentando convencê-lo das verdades que encontram para si mesmas. Há também as que consideram os demais incapazes, sem muita inteligência. E ainda as que impõem a si próprias, regras que seguem rigorosamente, privando-se até dos prazeres da vida procurando ser um exemplo vivo para os demais.
Para todas elas o Dr. Bach encontrou essências que restauram o equilíbrio, possibilitando que elas respeitem os demais e desfrutem mais plenamente a vida.

Chicory
"No momento em que tivermos dado completa liberdade a todos os que nos rodeiam, quando não mais desejarmos atar e limitar, quando não esperamos mais nada de ninguém, quando pensarmos apenas em dar e nunca tomar, então nesse momento veremos que estamos livres de todas as coisas deste mundo: nossas cadeias se romperão pela primeira vez na vida, e conheceremos a extraordinária alegria da perfeita liberdade."

Vervain
"Não nos pedem que sejamos todos santos, mártires ou pessoas de renome: à maioria de nós estão reservados trabalhos menos notáveis, mas se espera que entendamos as alegrias e as aventuras da vida e que cumpramos o quinhão de trabalho que a Divindade reservou para nós."



Vine
"Não temos o direito de interferir na vida de nenhum dos filhos de Deus. Cada um de nós tem seu próprio trabalho a realizar e somente nós temos o poder e o conhecimento necessários para aperfeiçoá-lo. É somente quando esquecemos deste fato e tentamos impor nosso trabalho aos outros, ou permitimos que interfiram  nele, que o atrito e a desarmonia ocorrem em nosso ser."

Beech
"Devemos ser mais tolerantes, indulgentes e compreensivos quato as diferentes formas pelas quais cada indivíduo e cada coisa trabalha pela sua perfeição final."

Rock Water
"É preciso manter o pensamento flexível, a fim de que as idéias preconcebidas e convicções antigas não roubem a oportunidade de obter conhecimentos novos e mais amplos. Devemos estar sempre pronto a expandir a mente e a descartar qualquer idéia, mesmo que firmemente enraizada se, sob uma experiência mais ampla, surgir uma verdade maior."

Do livro,  Cura-te do Dr. Edward Bach

(fragmentos retirados do livro Aprenda a ser feliz com os florais de Bach. PARONI, Celso. PARONI, Mara.)

O Grupo do Desalento e Desespero

Neste grupo temos as essências para as ocasiões em que sentimos desalento, desespero. Para aqueles momentos em que deixamos de acreditar em nossos potenciais; quando o sentimento de culpa nos atormenta impedindo de caminharmos para uma solução; para quando nos sobrecarregamos com trabalho exagerado ou nos sentimos sobrecarregados por imposições da vida; mágoas profundas que nos machucam ou angústias que traumatizam a alma seja por não não conseguirmos encontrar uma saída ou por não aceitar nossa aparência nos sentindo impuros.

Dr. Bach nos deixou o caminho para a nossa harmonia interior e o retorno da alegria em nossa alma.

                   Larch
"Não tenhamos medo de mergulhar na vida; estaremos aqui para ganhar experiência e conhecimento, e pouco aprenderemos se não enfrentarmos a realidade e demor o máximo de nós mesmos."

Pine  

"Nenhuma grande escalada jamais foi empreendida sem falhas e quedas, de modo que estas devem ser consideradas como experiências que nos ajudam a tropeçar menos no futuro. Nenhum pensamento referente a erros passados deve nos deprimir; são coisas passadas e concluídas, sendo que o conhecimento adquirido por seu intermédio ajuda-nos a evitar que eles se repitam."

Elm  
"A vida não nos exige sacrifícios inatingíveis; ela nos pede que façamos nosso caminho com alegria no coração e que sejamos uma bênção para os que nos rodeiam, de forma que, se deixarmos o mundo apenas um pouquinho melhor do que era antes da nossa visita, teremos cumprido a nossa missão."

Sweet Chestnut  
"Tenha esperança e confiança no futuro, visualizando e dirigindo-se para a luz. Acredite em si mesmo, e lembre-se que cada dia é uma nova oportunidade."

Star of Bethlehem
"O conhecimento da Verdade também nos dá a certeza de que, por mais trágicos que possam parecer alguns dos acontecimentos do mundo, eles formam apenas um simples estágio temporário na evolução do homem, e que mesmo a doença é, em si mesma, benéfica e age sob intervenção de certas leis destinadas a produzir  um bom resultado e a exercer um contínuo estímulo rumo à perfeição"

Willow
"No ãmago de nossos corações precisamos saber que nossos inimigos são aqueles que nos abrem caminhos porque, ao fazerem isso, constroem um elo quase impossível de quebrar e devemos agradecer-lhes quando se nos opõem."

Oak
"A saúde é nosso patrimônio, nosso direito. É a união completa entre a alma, a mente e o corpo, e isso não é um ideal difícil e longínquo de ser alcançado, mas é um bem tão simples e natural que muitos de nós o negligenciamos."

Crab Apple
"Agora consideremos o corpo físico. Nunca devemos esquecer que ele nada mais é que a morada terrena da alma, morada em que habitamos apenas por uma breve temporada para podermos entrar em contato com o mundo, no intuito de adquirir experiência."

Do livro,  Cura-te do Dr. Edward Bach

(fragmentos retirados do livro Aprenda a ser feliz com os florais de Bach. PARONI, Celso. PARONI, Mara.)

Seja bem-vindo!

Aqui é um espaço criado para postagens de textos que levem a uma reflexão sobre a História do Dr. Edward Bach, e suas essências.
Sempre uma novidade!!!