quarta-feira, 10 de março de 2010

Os Doze Curadores





Edição do próprio Bach, Marlow, 1933

Todos os que estão doentes saibam que a doença jamais teria alcançado o poder que tem hoje se o homem não tivesse se afastado da proteção natural contra as doenças, ou seja, as plantas curativas do campo. E mais, para aqueles que realmente desejam se curar, não há doença que possa resistir ao poder do antídoto que pode ser encontrado na flora adequada e que a doença não terá mais o poder de persistir na presença da planta correta, da mesma forma que a escuridão não pode permanecer num aposento em que as janelas foram abertas para a luz do sol.
[...] Na presença do método da Natureza, a doença não tem qualquer poder; todo medo, toda depressão, toda desesperança podem ser postos de lado. Não há doença que em si mesma seja incurável. [...] Assim para acharmos a flor de que necessitamos, não podemos ficar pensando na doença que temos: se é severa ou leve, se começou há poucas horas ou há muito tempo. Tudo o que temos a fazer é encontrar o que está errado em nossa natureza e tomar a flor correspondente.
Estes remédios trazem um estado de harmonia a todo o nosso Ser e, frequentemente, a alegria de viver e a libertação de preocupações e ansiedades, anteriormente desconhecidas.
[...] As falhas em nossa natureza são expressas através de doze estados diferentes, havendo para cada um deles uma flor correspondente, capaz de nos devolver a saúde.
São eles: Impatiens, Gentian, Cerato, Clematis, Vervain, Centaury, Scleranthus, Chicory, Agrimony, Mimulus, Water Violet, Rock Rose.

(Trecho retirado do livro A Terapia Floral escritos selecionados de Edward Bach, Editora Ground)

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