quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada?


Colaboração de Sandra Petris
Um novo modelo de saúde está surgindo como resultado de uma busca humana que tem levado de volta ao conhecimento antigo, agora apoiado ou justificado pelos novos conceitos da física quântica e einsteineana.
Esse novo modelo considera o ser humano em todos os níveis, inclusive o mais esquecido no nosso mundo cientificista: o espiritual. Além disso, esse novo modelo exige que o paciente assuma responsabilidade pela sua cura, que compreenda que as pressões, estados emocionais e estresses do passado o conduziram à doença. Em conseqüência, mudanças no estilo de vida e das atitudes são exigidas como necessárias à cura.
O princípio básico dos Florais é a fixação da essência da vida, da energia vital das flores, num veículo – a água. Aparentemente simples, o processo da Terapia Floral lida com aspectos mais sutis da energética humana. A trajetória do Floral passa pelas seguintes fases:
• A assimilação é feita no sistema circulatório;
• A essência fica entre os sistemas circulatório e nervoso e se geram correntes eletromagnéticas entre eles;
• A essência se move para os meridianos e daí para os corpos sutis e para o nível celular, no corpo físico. De acordo com a sabedoria antiga, a força vital trabalha através do sangue e a consciência atua através do cérebro e dos nervos.
Tanto o sistema nervoso como circulatório tem propriedades semelhantes à do quartzo e no sistema nervoso situam correntes eletromagnéticas que são usadas pela alma para estimular o corpo. A sabedoria antiga também ensina que os portais de entrada da força vital no corpo são: o corpo etérico e o fluído etérico, os chakras e a pele.
É, portanto, por esses portais que a vitalidade das plantas passa e trabalha no sentido de harmonizar e equilibrar o ser humano. Os Florais focam mais intensamente os estados emocionais e mentais, mas é obvio que quando atuam nos padrões emocionais e mentais, há cura no físico e crescimento espiritual.
O Dr. Bach foi o descobridor dos florais. Outros seguiram sua trilha e estudos de plantas são desenvolvidos no mundo inteiro. Desconhecidas por muitos, ridicularizadas por alguns, as essências florais ganham, silenciosamente terreno.
Estão sendo mais e mais utilizadas no mundo com resultados surpreendentes. Representam aquilo que é a arma da mais silenciosa revolução que acontece: a revolução nos processos de cura e a instalação de um novo modelo de saúde onde a pessoa é considerada em sua totalidade.
Um modelo que permite que, de modo suave, a consciência se amplie e se faça enfim, a religação com o Espírito que nos criou e sustenta a todos e que seja possível à manifestação de saúde, bem –estar e harmonia.”
A integração: Virtudes - Saúde
“Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais, até errado mais, ter feito o que eu queria fazer. Queria ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração. Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor. Queria ter aceitado a vida como ela é. A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier”. (Titãs)
A frase “envelhece-se como se vive”, nos coloca diante de uma realidade inquestionável: ninguém deixa de ser o que era ou passa a ser o que nunca foi. Aqui vários questionamentos me surgem: por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada? Por que é uma doença onde se destrói os neurônios? É para esquecer o quê? Para se redimir do quê? Qual será o motivo de seu alarmante crescimento?
Enquanto jovens, adultos jovens, somos capazes de mascarar a nossa fragmentação interna ainda que uma vez ou outra há quem perceba que estamos mais rígidos do que o normal, menos risonhos, mais isolados...
Mantemos as aparências seja pelo papel que desempenhamos, seja pela função que tenhamos na família, na sociedade, no trabalho, mas com o passar dos anos, não suportamos tamanha desestruturação e nos fixamos no estágio, no tempo, revivendo a memória de nossas fragmentações.
Não podemos ver o Alzheimer de forma linear (causa e efeito), porque a experiência no trato dia-a-dia com portadores de Alzheimer, nos revelam que a evolução da demência em cada paciente é singular, muitas vezes contradizendo até mesmo o que a literatura revela sobre o assunto. Mas podemos apontar algumas considerações observadas:
• Na evolução do Alzheimer, a falha se torna bastante acentuada;
• A mudança de humor, a dificuldade diante do novo, as crises de depressão são cada vez mais presentes;
• Urge a necessidade de rotina;
• O ambiente sadio, com pessoas que gostem do que fazem, que demonstrem amor e carinho para com o paciente, um clima acolhedor, que transmita segurança e aconchego, é de suma importância para que aja melhoria do quadro de Alzheimer;
• A agressividade de alguns fica à flor da pele;
• Quanto mais a família se faz presente com demonstrações de carinho e incentivo, maior probabilidade de pequenos ganhos de melhora ou retardo do quadro da evolução;
• A falta de estímulo aumenta a passividade.
• Alguns pacientes não se abatem fisicamente, não apresentam perda da polidez e nem da mansidão, e são capazes de se passarem por pessoas lúcidas e sadias.
Diante desse quadro, nos arriscamos supor que a provável causa do Mal de Alzheimer está alicerçada no orgulho, na instabilidade, na ambição, no ódio, no medo, na inveja e na passividade que a pessoa vivenciou no seu interior ao longo da trajetória de sua existência. Na conjuntura atual, o tratamento dado ao portador de Alzheimer, percebe os pacientes como verdadeiras cobaias humanas.
Como não se sabe a causa e não se supõe a cura, trata-se a conseqüência e não a pessoa. É comum ver as pessoas impregnadas com a medicação que por um lado ajudam a conter a irritabilidade, a agressividade, o delírio, mas impedem que a pessoa esteja alerta à realidade ao seu redor; ajudam a retardar a perda da lucidez, mas acelera a perda de peso, provoca diarréias ou prisão de ventre.
Não haverá possibilidade de cura, se não se levar em consideração o todo da pessoa, porque o físico sofre, mas o espírito também. Como afirmar que a demência impede a pessoa de sentir a presença de um filho que há muito tempo não via e reconhecê-lo, mesmo quando não sabe nem mesmo onde é o banheiro? Como explicar a sensibilidade que se percebe no dia das Mães, do Natal, mesmo quando a pessoa não fala ou não anda?
Se houvesse a possibilidade de experiências do uso dos Florais de Bach para ajudar a resgatar a força vital dentro dessas pessoas, o corpo não reagiria de forma diferente? Como gerar alívio do sofrimento apenas através de drogas se há uma cisão interna na pessoa? Como dizia Dr. Edward Bach: cura total vem essencialmente de dentro de nós, da própria alma que por meio da bondade do Criador, erradia harmonia do começo ao fim da personalidade, quando se permite que assim seja.
Não podemos afirmar a cura, mas a prevenção da demência, resgatando a virtude necessária bem antes que a doença se instaure, bem como evitar que haja uma evolução da fase leve para a grave. A partir da realidade observada, sugerimos algumas flores que auxiliem nesse estágio de prevenção, mas um questionamento permanece: como ajudar os pacientes dos casos mais severos de Alzheimer? O trabalho diário com estes pacientes nos aponta para um caminho eficaz: a espiritualidade. O que nos falta é o que a ciência pede: “provas concretas”.

Texto de Maria Duques, Terapeuta Floral e Escritora.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A Síndrome do Coração Partido - sofrer por amor, faz mal a saúde


Quem nunca falou que estava de coração partido depois de terminar um relacionamento ou viver uma decepção amorosa? Mais do que trazer angústia, sofrer por amor pode fazer mal à sua saúde. Conhecida como Síndrome do Coração Partido, a doença afeta o sistema cardiovascular de pessoas que vivem um longo período de tristeza. Dor no peito e taquicardia ao pensar no ser amado são os principais sintomas que caracterizam o distúrbio.
De acordo com a cardiologista Ana Camarozano, o fator emocional tem grande influência no funcionamento do coração. A especialista acredita que a ansiedade, a depressão e o estresse causados pelo fim de uma relação amorosa podem prejudicar a saúde cardíaca. "É possível que a Síndrome evolua para o surgimento de uma arritmia cardíaca e até cause o infarto, especialmente em pacientes que têm histórico na família ou tenham predisposição a problemas cardíacos", alerta a médica.
Por outro lado, guardar emoções como ódio, rancor ou mágoa reflete negativamente no organismo, permitindo que os órgãos do corpo liberem grande quantidade de hormônios como cortisol ou adrenalina, que produzidos em um nível elevado podem ser prejudiciais. Além disso, o armazenamento de sentimentos ruins contribui com a redução da produção de substâncias benéficas ao organismo e que trazem sensação de bem-estar, como a serotonina. "Esse desequilíbrio na produção hormonal pode interferir no funcionamento cardiovascular, prejudicando a saúde das pessoas", explica a especialista.



(texto retirado do site Personare: http://www.personare.com.br/revista/amor/materia/960/sofrer-por-amor-faz-mal-ao-coracao#[close])



Os florais de Bach, podem nos ajudar perfeitamente numa situação tão delicada como essa.



A dor da separação pode levar a sentimentos de mágoa, raiva, tristeza profunda, desistência da vida, pensamentos obsessivos, ciúmes, etc...




  • Willow, pode ajudar a curar a mágoa, o ressentimento, nos ajudando a perdoar e nos liberar desses sentimentos que tantos nos machucam

  • Holly, para quando a raiva e o ciúme nos maltrata. Ele nos ajuda a perdoar nos trazendo a paz e o Amor Universal, que nos liberta de sentimentos tão difíceis.

  • Gorse, para quando a tristeza é tão profunda, que nos faz perder a vontade de viver. Ele nos traz a fé necessária para enfrentarmos a dor e seguirmos adiante na vida.

  • Chicory, quando o ciúme e o sentimento de posse nos dominam, aprisionando nossa alma. Este floral nos ajuda a vivenciar o verdadeiro amor, que nos liberta e não impõe condições.

  • White Chestnut, quando os pensamentos são obsessivos. Ele nos traz a paz mental, para que possamos desfrutar da vida com harmonia e presença de espírito.
  • Clematis, quando nos abstraímos do presente e ficamos distraídos desejando apenas estar novamente nos braços do ser amado. Este floral nos traz a atenção para a vida nos interessando pelo mundo ao nosso redor. Nos faz mais realistas.
  • Mustard, para aquela tristeza silenciosa que nos toca profundamente, fazendo-nos perder o interesse pelas coisas do dia-a-dia, como se fosse uma nuvem cinza que encobre um dia de sol. Ele nos traz a alegria de viver e o interesse pela vida novamente.
São florais que podem nos ajudar, a enfrentar melhor um momento tão dolorido na vida.

Procure sempre um terapeuta floral para que possa melhor indicar.
Veja também, uma sugestão de cromoterapia. Clique aqui
Sandra Baptista

Terapeuta Floral

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Saindo da Matrix


“O conceito matemático de Matriz [= Matrix, em inglês] consiste em uma ordenação adequada de símbolos [normalmente números] no espaço. Em duas dimensões, essas ordenações são chamadas de 'linhas' [na horizontal] e 'colunas' [na vertical]”. 

"Somos emanações divinas presentes eternamente no infinito AGORA. Tudo que observamos são nossas criações mentais. Tempo e espaço são conceitos ilusórios que criamos, formando uma prisão, que podemos chamar de 'Matriz'. A única verdade é o Amor Infinito - todo o resto é ilusão.

Nós não enxergamos com os nossos olhos, nós enxergamos com o nosso cérebro! No caminho dos olhos até o córtex visual, região cerebral responsável pela “fabricação” da visão (gnosia visual), os lobos temporais editam e reconstroem até 50% ou mais da informação original que entra através da retina e nós apenas “vemos” o que o cérebro, com todas as suas realidades condicionadas, decide o que ele está vendo." (http://www.umanovaera.com/david_icke/Matrix.htm)

Sermos escravos desse processo mental, condicionado por crenças que nos passam logo que começamos nossa jornada nesse mundo, é o que nos leva a um conflito entre a mente e a alma. A mente, que deveria estar a serviço da alma, subjuga nossos desejos mais profundos, e nos faz acreditar em ilusões que se nos apresentam todo o tempo, no fazendo acreditar na limitação do nosso ser. Nossa alma, subjugada, plena de desejos sofre com os conflitos gerados pela nossa mente totalmente "mundalizada" e tudo isso é traduzido em doenças.
A doença nada mais é, do que um sinal de que alguma coisa entre a alma e a mente não anda bem!
Os florais de Bach, nos auxiliam no processo de auto-conhecimento. São uma ferramenta preciosa na conquista do nosso ser interior, nosso Eu Real. Essências como o Agrimony, por exemplo, nos faz colocar nossas máscaras por terra, para finalmente nos encontrarmos com nossa própria essência, a mais pura, a mais elevada, e também, a mais desconhecida por nós mesmos.

por Sandra Baptista



sábado, 11 de setembro de 2010

Dr. Bach..




"A Vida não espera de nós sacrifícios inatingíveis, ela apenas pede que façamos nossa jornada com alegria em nosso Coração e para ser uma benção para todos aqueles que nos rodeiam. Se nós fazemos o mundo melhor com a nossa visita, então nós cumprimos a nossa missão.”
Dr. Edward Bach

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Viver como as flores

Mestre, como faço para não me aborrecer, com as pessoas?
Algumas falam demais, falam de nossa vida, gostam de fazer intriga, fofoca, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Fico magoado com as que são mentirosas. "Sofro com as que caluniam".
- "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre.
- "Como é viver como as flores?" Perguntou o discípulo.
- "Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.
"Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche
o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."
Autor Desconhecido (contribuição de Carol Avoni)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Samuel Hahnemann (criador da Homeopatia)


Samuel Hahnemann (criador da Homeopatia)
e as suas Consultas por Carta




Samuel Hahnemann (1755-1843)

Hoje, em pleno século XXI, dizem que as consultas de terapia floral ditas virtuais (por e-mail, skype, msn, conferência eletrônica, etc) não funcionam para o atendimento das pessoas. Que o profissional não tem o "feeling" necessário porque não está em frente ao seu paciente. Então. o que dizer desta carta de Samuel Hahnemann (pai da Homeopatia) ao seu paciente? Leia-a e depois deixe o seu comentário.

Por volta do ano de 1800, Hahnemann (na época, com 45 anos) recebeu uma carta escrita por um alfaite de 42 anos, que era portador de estrutura orgânica delicada e lhe pedia orientação medicamentosa para se tratar de estafa. Naquela época um profissional daquele ofício geralmente era homem culto e ele recorreu ao auxílio de Hahnemann após ter sido desenganado pelos médicos de sua região. Aparentemente sua consulta não foi em vão: consta que viveu ainda por mais de 50 anos após ter recebido a resposta de Hahnemann.

Hahnemann mudava-se muito de domicílio e tratava de uma clientela que lhe era fiel, sendo comum que recebesse solicitações de consultas por carta, solicitações a que atendia também pela mesma via. Não diferente era o Dr. Edward Bach (médico bacterilogista, infectologista, homeopata e criador das essências Florais de Bach) que, nos idos de 1928, também atendia os seus pacientes por carta com excelentes resultados.

Num futuro próximo, a consulta virtual será em 3D, ou seja, terapeuta e paciente estarão lado a lado virtualmente, mas cada um num lugar distante - esta tecnologia fantástica ajudará milhões de pessoas no mundo inteiro onde o espaço, tempo, trânsito, comdições climáticas, etc não serão mais as barreiras para um bom atendimento.

Mas, vamos a carta de Hahnemann e veja o gênio em ação e o quão atual é o seu tema para os dias de hoje (que não o seja para todo o sempre...):

"O delicado engenho humano não foi projetado para o excesso de trabalho. Se algum ser humano assim proceder por ambição, amor ao lucro, ou por qualquer outro motivo pleno de louvor ou de censura, coloca-se em oposição à ordem da Natureza, e sujeita o seu corpo a sofrer dano ou destruição. Tanto mais se o organismo já estiver, por algum motivo, enfraquecido

Então, meu caro amigo: o que não puderes fazer em uma semana, faze em duas. Teus fregueses podem não estar com paciência para aguardar, mas eles também não podem racionalmente querer que adoeças, ou que morras de tanto trabalhar a fim de satisfazer as vontades deles, transformando tua esposa numa viúva e teus filhos em órfãos. Não é só o aumento do trabalho físico o que está a te prejudicar, mas bem mais a tensão mental concomitante que, por sua vez, novamente afeta o corpo de maneira prejudicial. Se não assumires uma atitude de calma, indiferença, adotando o princípio de viver primeiro para ti mesmo, e só após para os outros, há pouca chance de que te recuperes. Quando estiveres na tua sepultura os homens ainda estarão vestidos, talvez não com tanta elegância, mais ainda toleravelmente bem. Se fores sábio, podes tornar-se saudável e até mesmo atingir uma idade avançada.

Se algo te importuna, ignora-o; se algo te é demais, não te ocupes com isso; se outros tentam manipular o teu tempo, vai devagar e ri dos tolos que queiram te aborrecer. Aquilo que puderes confortavelmente realizar, realiza; não te molestes com o que não puderes fazer, pois as nossas condições materiais não melhoram através da pressão exercida por sobrecarga de trabalho. Tu apenas te desgastarás proporcionalmente mais com teus afazeres domésticos sem aferir qualquer lucro no final.

Economia e limitação de supérfluos (aqueles bens que quem trabalha duro quase sempre não possui) nos coloca em posição de viver com maior conforto - ou seja, de maneira mais racional, mais inteligente, mais de acordo com a Natureza, com mais alegria, maior tranqüilidade e melhor saúde. Por conseguinte devemos agir com mais comedimento, sabedoria e prudência, ao invés de trabalharmos em esbaforida correria, submetendo nossos nervos à constante tensão, que destrói os mais preciosos tesouros da vida: paz no pensamento e boa saúde.

Sê mais prudente, considera a ti mesmo em primeiro lugar e deixa que tudo o mais te seja secundário em importância; e, se porventura afirmarem, em nome da honra, que faz parte de teus compromissos produzires mais do que for bom para o teu potencial físico e mental, mesmo assim, por amor a Deus, não te permitas ser conduzido a fazer o que é contrário ao teu próprio bem-estar.

Permanece surdo à corrupção do elogio, acalma-te e segue teu próprio curso lenta e suavemente, como um homem sadio e sensato. Desfrutar com a mente e corpo tranqüilos, esta é a razão para a qual o homem está no mundo, e para trabalhar somente o tanto necessário para conquistar os meios desse desfrute - e não, com certeza, para se deixar consumir e fatigar pelo trabalho.

O eterno esforço e empenho dos mortais de curta visão a fim de lucrar mais e mais, de assegurar uma honra ou outra, de prestar um serviço a esta ou àquela personalidade -- tudo isso geralmente é fatal ao bem-estar e constitui causa comum de envelhecimento e de morte precoces.

O homem calmo e moderado, que deixa as coisas fluírem suavemente, atinge o mesmo objetivo, vive mais tranqüilo e saudavelmente, e conquista uma boa velhice. Em seus momentos de paz pode haver espaço para acolher uma idéia feliz, fruto de um pensamento sábio e original, que dê um ímpeto lucrativo aos seus afazeres temporais. Lucro bem maior do que pode ser obtido pelo homem sobrecarregado que nunca encontra tempo para concentrar seus pensamentos.

Para vencer a corrida, só velocidade não é suficiente. Empenha-te em permanecer um pouco indiferente, em ser calmo e tranqüilo e então chegarás a ser aquilo que eu desejo que tu sejas. Experimentará coisas maravilhosas; verás quão saudável te tornarás se seguires o meu conselho.

E teu sangue correrá calmo e serenamente em tuas veias, sem esforço ou agitação. Nenhum sonho terrível perturba o sono daquele que se deita para repousar com nervos calmos, e o homem que está livre de preocupações acorda pela manhã sem ansiedade a respeito dos múltiplos afazeres que o aguardam durante o dia.

Para que se preocupar? A alegria da vida lhe é mais importante do que qualquer outra coisa. Com fresco vigor inicia moderadamente teu trabalho e durante tuas refeições nada, nem ebulições de sangue, nem preocupações, nem ansiedade te impeçam de saborear o que o Beneficente Provedor da Vida coloca diante de ti; e assim, um dia se segue a outro em tranqüila sucessão, até que, finalmente, com uma idade avançada, chegues ao término de uma vida bem vivida, e repouses serenamente noutro mundo, como neste calmamente viveste.

Isto não é mais racional, mais sensato? Deixa que os homens insaciáveis e autodestrutivos hajam tão irracional e danosamente contra si mesmos quanto o quiserem; deixa que sejam tolos, mas tu deves ser mais sábio.

Não me deixes revelar esta sabedoria a respeito da vida em vão. Quero-te bem.

Adeus. Segue meu conselho e quando tudo estiver bem contigo, lembre-se do

Dr. S. Hahnemann.

PS: Ainda que te vejas reduzido ao teu último centavo, permaneça alegre e de bom ânimo. A Providência olha por nós e uma boa oportunidade deixa tudo certo de novo. Quanto necessitamos para viver, para restaurar nossas forças com alimentos e líquidos sadios, ou para nos defendermos do frio e do calor? Pouco mais do que coragem. Quando nós a possuímos, podemos obter o essencial sem muito problema. O sábio não necessita senão de pouco. A energia conservada não precisa ser renovada por remédios".

Hahnemann viveu 88 anos (1755-1843) numa época onde a esperança de vida era bem mais baixa que os tempos atuais.

Autor: Josef Karel Tlach - Blog do Karel - texto modificado e baseado do site http://alvarork.blogspot.com




quarta-feira, 10 de março de 2010

Os Doze Curadores





Edição do próprio Bach, Marlow, 1933

Todos os que estão doentes saibam que a doença jamais teria alcançado o poder que tem hoje se o homem não tivesse se afastado da proteção natural contra as doenças, ou seja, as plantas curativas do campo. E mais, para aqueles que realmente desejam se curar, não há doença que possa resistir ao poder do antídoto que pode ser encontrado na flora adequada e que a doença não terá mais o poder de persistir na presença da planta correta, da mesma forma que a escuridão não pode permanecer num aposento em que as janelas foram abertas para a luz do sol.
[...] Na presença do método da Natureza, a doença não tem qualquer poder; todo medo, toda depressão, toda desesperança podem ser postos de lado. Não há doença que em si mesma seja incurável. [...] Assim para acharmos a flor de que necessitamos, não podemos ficar pensando na doença que temos: se é severa ou leve, se começou há poucas horas ou há muito tempo. Tudo o que temos a fazer é encontrar o que está errado em nossa natureza e tomar a flor correspondente.
Estes remédios trazem um estado de harmonia a todo o nosso Ser e, frequentemente, a alegria de viver e a libertação de preocupações e ansiedades, anteriormente desconhecidas.
[...] As falhas em nossa natureza são expressas através de doze estados diferentes, havendo para cada um deles uma flor correspondente, capaz de nos devolver a saúde.
São eles: Impatiens, Gentian, Cerato, Clematis, Vervain, Centaury, Scleranthus, Chicory, Agrimony, Mimulus, Water Violet, Rock Rose.

(Trecho retirado do livro A Terapia Floral escritos selecionados de Edward Bach, Editora Ground)

Seja bem-vindo!

Aqui é um espaço criado para postagens de textos que levem a uma reflexão sobre a História do Dr. Edward Bach, e suas essências.
Sempre uma novidade!!!